Descarte de Resíduos nas Rodovias Brasileiras.

O descarte de resíduos como embalagens plásticas de alimentos, latas de refrigerante ou suco despejado na rodovia agridem diretamente a natureza e o ser humano. Outra fonte poluidora são os resíduos  provenientes dos veículos automotores que trafegam pela rodovia, como pneus, resíduos contaminados com óleo e graxa são grandes poluentes do meio ambiente.

O descarte de resíduos de forma irregular pode poluir o meio ambiente às margens da rodovia, como por exemplo o lençol freático, além de prejudicar o sistema de escoamento da água da chuva, resultando no entupimento de bueiros e acúmulo de água.

O que diz a lei

 A Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei Federal nº 12.305/2010, e a Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) nº 307/2002 exigem que as empresas elaborem um Plano de Gerenciamento de Resíduos, para que o lixo produzido seja acompanhado até o seu destino apropriado. Nesta gestão ambiental, é importante que sejam adotadas, primeiramente, medidas para reduzir a geração de resíduos e para prevenir a poluição. Posteriormente, a separação do lixo deve ser feita de maneira adequada, propiciando a reutilização e a reciclagem dos resíduos sólidos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado) e a destinação ambientalmente correta (descarte de resíduos) dos rejeitos (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado).

Agora veja como ocorre o Descarte de Resíduos de forma correta realizado pela concessionária Rota do Oeste:

Rota do Oeste já recolheu 270 toneladas de resíduos em 2019

A concessionária responsável pela concessão da BR-163 entre os municípios Itiquira (MT) e Sinop (MT), retirou cerca de 270 toneladas de resíduos foram retiradas da BR-163 entre janeiro e setembro de 2019. Foram, aproximadamente, 1 tonelada por dia. A quantidade equivale a cinco caminhões de sete eixos (bitrem ou treminhão) completamente carregados. O veículo suporta uma carga de até 57 toneladas. É importante ressaltar que todo o material recolhido pela Rota do Oeste recebe destinação ambientalmente adequada. São enviados para reciclagem, coprocessamento ou para aterros sanitários, conforme prevê a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Todo esse trabalho de recolhimento nos 850,9 quilômetros que fazem parte da concessão, é importante para manter a segurança dos usuários que trafegam no trecho. A medida impede que o lixo localizado na rodovia atinja algum veículo e provoque acidente. No entanto, a Concessionária entende que não basta apenas recolher, deve-se descartá-lo da maneira correta, não poluindo o meio ambiente.

Destinação correta

Os pneus que não possuem mais utilidade, os resíduos contaminados ou de saúde são destinados ao coprocessamento. Eles ocupariam um pouco mais de dois dos caminhões, pois foram recolhidas 133 toneladas só desses materiais, quase 500kg por dia. O descarte de resíduo através do coprocessamento consiste na trituração deste resíduo, para que ele seja usado como combustível, “dizemos que ele deixa de existir, porque enviamos para a empresa que realiza a queima desse material para a produção de combustível, logo não há mais resíduo pneumático após essa destinação e não impacta mais o meio ambiente”, explica a analista de Meio Ambiente da Rota do Oeste, Marina Lima da Silva.

Completando o terceiro caminhão, estariam os resíduos que foram enviados para reciclagem. A Concessionária tem parceiros em Rondonópolis, Várzea Grande, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Sorriso, para destinar os resíduos recicláveis e, para triagem, e foram doadas 21 toneladas, são quase 78 kg por dia. As empresas que recebem esta doação, possuem licença de operação, isso quer dizer que garantem a destinação correta.

O descarte de resíduos não-recicláveis, que não podem, nem ser coprocessados, nem reciclados também recebem soluções ambientalmente corretas. Eles são destinados para aterros especializados. Em 2019 foram enviadas 114 toneladas para este local, quantidade que equivale a dois caminhões cheios. Foram recolhidos quase 423 kg por dia.

“A geração de resíduos é a grande problemática mundial, não há outro planeta para suportar os resíduos hoje gerados, então a destinação ambientalmente correta é a melhor solução. Esperamos que nossas atitudes sensibilizem as pessoas e seja incentivo para mudanças de hábitos”, diz Marina. A Concessionária acredita que as ações ajudam a mitigar os impactos ambientais e a conscientizar o usuário que trafega na rodovia. Cuidar da rodovia vai além das obras no asfalto. A Rota do Oeste se compromete também com a sustentabilidade e com a manutenção do meio ambiente, para que os impactos sejam os menores possíveis.

 Fonte: A Rota do Oeste

 Embalagem para Resíduos Sólidos Contaminados 

A resolução  ANTT Nº. 5232  regulamenta e exige uma embalagem homologada para o transporte terrestre de Produtos Perigosos. Big Bags Homologados são ideais para a destinação correta de  resíduos perigosos, devido ao elevado nível de eficiência e segurança durante o transporte, triagem, descarga de resíduos. Também por oferecer proteção ao resíduo perigoso, e por ser uma embalagem de baixo custo.

O Big Bag Homologado possui uma certificação específica, onde suas características estão descritas detalhadamente. As especificações presentes no certificado devem ser as mesmas apresentadas no Selo Compulsório do INMETRO, que obrigatoriamente será impresso no corpo do big bag homologado  (saiba mais).

Podem ser transportados em Big Bags homologados, produtos em pó, granulados, pedras, borras, lamas, etc.. Se na sua empresa existe a geração destes tipos de resíduos contaminados sólidos ou pastosos, a EmbTec poderá lhe ajudar. Nossa equipe técnica poderá desenvolver o big bag homologado mais adequado a sua necessidade. Preencha o formulário abaixo que entraremos em contato com você.